domingo, 1 de novembro de 2015

SÓ OS FORTES (E MAIS PREPARADOS) SOBREVIVEM

PERDIDO EM MARTE

O ser humano é o único ser vivente do planeta Terra capaz de sobreviver em qualquer ambiente, não importando se este ambiente lhe é hostil ou não.
Baseado nesta premissa o cineasta americano Ridley Scott (consagrado por  obras primas como Blade Runner O Caçador de Androides, 1492 A Conquista do Paraíso, Alien O 8o Passageiro e Prometeus) dirigiu o filme Perdido em Marte (The Martian) em cartaz nos cinemas. Na trama o botânico da NASA Mark Watney (interpretado pelo ator Matt Damon), integrante de uma missão ao planeta vermelho, sofre um acidente durante uma tempestade e é dado como morto e deixado para trás pelos seus colegas de equipe.
Sozinho e com uma ração de comida insuficiente para aguardar a próxima missão (que retornaria a Marte somente quatro anos depois), ele é obrigado a usar seus conhecimentos de botânico e também os conhecimentos de seus colegas para poder sobreviver num ambiente tão inóspito.

 O astronauta Mark Watney experimenta os sucessos e fracassos de sua empreitada na busca pela sobrevivência. Queima hidrogênio para transformar em água, usa suas fezes e a dos colegas como adubo para plantar e em poucos metros quadrados de terreno cuidadosamente preparado cria uma mini-fazenda de batatas o que aumenta sua expectativa de vida. Consegue restabelecer contato com a Terra e, enquanto a NASA prepara uma missão de resgate ele tenta descobrir uma maneira de chegar ao ponto de resgate distante mais de três mil quilômetros da segurança de sua base.

 A principal mensagem embutida no filme é a de que podemos realizar feitos notáveis quando dispomos de conhecimento e motivação. Mark Watney poderia ter toda a vontade de sobreviver e voltar para casa, mas sem conhecimento ele jamais sairia do lugar. Seria apenas um cão correndo atrás do próprio rabo. Ele também poderia ter todo o conhecimento do mundo mas sem motivação (a vontade de sobreviver e voltar), continuaria preso ao conforto de seu provisório lar simplesmente aguardando que uma alma caridosa o resgatasse. Assim foi Mark. Assim devemos ser todos nós. 
Chanté!!!! 

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